"Chuva a cair
Uma flor a se abrir
O corpo a saber
O dia a nascer
O voo
O tempo
A música
O amor, o amar
Vida a gerar
vida
Metal banhado a Ouro 18k ou Prata 925.
Medida do anel:
- P/M (do tamanho 13 ao 17)
- M/G (do tamanho 17 ao 21) Medidas do pingente: 2,5cm
Feito no Brasil, produzido com a colaboração de dezenas de profissionais e artesãos especialistas nas mais diferentes técnicas. Fomentamos um mercado que respeita saberes, valores e processos, incentivando um sistema de produção saudável e consciente
Para manter a qualidade da peça, não molhe nem deixe que ela entre em contato direto com perfume, creme ou medicamentos. Evite o uso em piscina, praia ou academia; quedas ou impactos fortes podem fazer com que os componentes se rompam ou quebrem. Por nascença e essência, tudo aqui pede afeto e sensibilidade.
(e outros muitos
pequenos milagres)
Minúcia
Detalhes permeiam todas as criações Eulíricas. Por gosto, por capricho, por amor. Tudo em um objeto, para nós, tem valor. Cada mínima parte eleva o todo.
Palavra, papel, textura, corte, tamanho, forma: do produto à embalagem, as minúcias Eulíricas contribuem para a expansão do sentir.
Artesania
Uma peça Eulíricas pode chegar a ter até 20 etapas manuais de montagem, realizadas, uma a uma, por um artesão ou colaborador diferente. Orquestramos dezenas de fornecedores - é uma regência. E uma ciência, também. Um trabalho extenso, feito com tempo, talento e labor, que reafirma o valor das coisas feitas à mão.
Poética
As criações Eulíricas servem à poesia, necessariamente. Perante à beleza da forma, sempre: a potência da palavra. Em nosso trabalho, elementos e componenentes se unem para representar a materialidade da poética: delicadeza, afeto e permanência.
"Estou verdadeiramente emocionada.
Mais que um negócio, mais que uma marca...
Tem alma aqui. Tem sentimento."
Ana Paula Lessa
"Obrigada por fazerem esse trabalho maravilhoso
e passarem tanto amor em forma de poesia para frente."
Bianca Coelho
“Euliricas pra mim é presente. Presente pra irmã que casa, que engravida, pra mãe, pra amiga que é irmã, presente pra mim- pra lembrar que eu também mereço o meu afeto. Já tirei um colar euliricas que estava usando pra dar de presente a uma amiga que fiz em outro país: tem algo mais simbólico que tirar a poesia literalmente do peito e dar pro outro? Das delicadas propriedades da poesia materializada: toda vez que eu dou, eu ganho.”
Paula Martins